“Desculpa, meu amor, hoje acordei distante, meio vazia, meio sem noção. Quis tentar te poupar de tanto sofrimento, complicação, frustação. Sei como está se sentindo, um nada, por tentar, tentar, tentar, e nunca chegar ao resultado. Falei que era como a lua e você sorriu, achou bonito, afinal, ama a lua. Mas não quis dizer que era brilhosa e misteriosa como ela, quis dizer que tem dia que acordo sem a minha metade, incompleta, sou feita de fases. Vai acontecer, de um dia, olhar e me procurar e não estarei lá iluminando a sua vida. Ando lamentando bastante por isso, às vezes estou aí e, em outras, sumo. É o medo, meu amor! Você me tem fácil demais e isso me surpreende de uma maneira que faz medo. Só de pensar nos seus beijos, no seu toque, me arrepio inteira. Ao mesmo tempo que tenho medo, quero correr e me jogar em seus braços… Sentir meu corpo flutuar por alguns segundos e a paz tomar conta do caos que vive aqui dentro. Está feliz com a contradição que sou? Uma hora quero e em outra, prefiro ficar sozinha. A única solução que existe é: me agarra em seus braços, assim jamais sentirei vontade de ir embora outra vez.”
Despistei. (via extinta)
“Você sabe o que sente, mas, finge que não sente nada, para tentar não sentir.”
Orquestrando.   (via enoitecer)

sabordemiel:

Remy